tu é mal arrebenta
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michael jackson
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GALERA!!!EUS DESEJO UM FELIZ NATAL.(ADIANTADO CASO EU MORRA ANTES DO DIA)
gente.aproveitem o natal(principalmente a ceia)por que é tempo de paz(mas nao deixa nego monta em ti não)felicidade(por isso nao chute sua namo)harmonia.ganhe presentes e de para os outros.(cupom de desconto no barbeiro).e espere o bom velinho!!!
fui escravo branco deseja(so pra nao dizer que sou insenssivel)FELIZ NATAL.
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a sogra e seus cunhados
Certo dia a sogra resolveu fazer um teste com seus três genros para ver se eles realmente gostavam dela.
Ela chamou o primeiro para fazer um passeio de barco, fingi que cai no rio e o genro rapidamente pula na água e a salvou.
Quando ele chega em casa, abre a garagem e encontra uma Bmw novinha, com um bilhete em cima: “Da sua sogra que te adora! “
No outro dia foi a vez do segundo. Eles foram para o mesmo passeio de barco, a sogra fingi que cai no rio e o genro rapidamente a salva.
Quando ele chega em casa, abre a garagem e, novamente, uma Bmw novinha, com um bilhete em cima: “Da sua sogra que te adora! “
No outro dia foi a vez do terceiro genro. O mesmo passeio acontece, a sogra ingi que cai no rio mas o genro não a salva e ela morre.
No dia seguinte, ao chegar em casa, ele abre a garagem e encontra uma Ferrari, com um bilhete em cima: “Do seu sogro que te adora! ”
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Andando Por Ai. . .
Uma mulher estava andando quando um homem a parou e disse:
-A senhora viu algum policial por ai?
-Não. . .
-Então passa a bolsa que isso é um assalto!
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Vamos Corrigir Velhos Ditados
Vamos corrigir velhos ditados.
É dando. . . . . . . . . . . . . Que se engravida.
Quem ri por último. . . É retardado.
Alegria de pobre. . . . . . . É impossível.
Quem com ferro fere. . . . Não sabe como dói.
Sol e chuva. . . . . . . . . . . Vou sair de guarda-chuva.
Em casa de ferreiro. . . . . Só tem ferro.
Devo, não pago. . . . . . . . . . Nego enquanto puder.
Quem tem boca vai. . . . . . Ao dentista.
Gato escaldado . . . . . . . . . Morre.
Quem espera. . . . . . . . . . . . Sempre cansa.
Quando um não quer. . . . . . . O outro insiste.
Os últimos. . . . . . . . . . . . . . . . Serão desclassificados.
Carro a álcool. . . . . . . . . . . Você ainda vai empurrar um.
Há males. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Que vem para pior.
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Cumulos
Arrepio: Ver um banguela mordendo gilete.
Arrependimento: O carrasco sentir um nó na garganta depois de enforcar alguém.
Aventura: Fazer sexo oral com uma canibal.
Barulho: Duas caveiras transando em cima de um teto de zinco.
Basquete: Jogar a bola na cesta e ela cair no sábado.
Burrice 1: Ser reprovado no exame de fezes.
Burrice 2: Abrir a caneta para ver de onde sai as letras.
Censura: Proibir a mulher de abrir as pernas na hora do parto.
Chuva: Cumulus Nimbus.
Ciúmes: Brigar com a mulher porque só um dos gêmeos se parece com o pai.
Coincidência: No cinema, extrair meleca do nariz, fazer uma bolinha e, ao grudá-la debaixo do assento, encontrar outra.
Confiança: Jogar palitinho pelo telefone.
Concisão: Numa redação sobre um jogo de futebol, escrever: “Partida adiada devido ao mau tempo”.
Decepção: Na final de uma Copa do Mundo, perder para a França por 3 a 0.
Desconfiança: Fazer compras e não poder pagar nem em dinheiro.
Desespero: Fugir de um incêndio, com uma faca na mão e prender o pau na porta!
Desperdício 1: Uma Kombi com dois politicos cair num abismo. (Numa Kombi cabem doze! )
Desperdício 2: Comprar um chapéu para quem vive perdendo a cabeça.
Dificuldade: Tirar meleca do nariz com luvas de box.
Distração: Na lua-de-mel, levantar da cama, deixar 10 dólares na mesinha de cabeceira e ir embora.
Economia 1: Tirar cêra do ouvido e passar no chão.
Economia 2: Usar papel higiênico dos dois lados.
Educação: O viado sendo enrabado de quatro na cama, falar para o seu amante: “Desculpe-me por lhe dar as costas”.
Egoísmo: Não vou contar para ninguém.
Ejaculação Precoce: O cara já está vestindo o pijama e a mulher ainda está tirando a camisola.
Elasticidade: Colocar um pé em cima do Pão de Açúcar, o outro no Morro do Corcovado e lavar o saco na Baía da Guanabara.
Engano: Uma minhoca entrar numa macarronada pensando que é uma suruba.
Esperança: Travesti tomar groselha na esperança de ficar menstruado.
Esquecimento: Ih! Esqueci!
Exagero: Passar manteiga no Pão de Açúcar.
Feiúra: Olhar-se no espelho e ter sete anos de azar.
Força: Dobrar uma esquina.
Frigidez: Você perguntar para a sua amante: “Você gostou? ” E ela responder: “De quê? “
Futebol: Chutar a bola no Gol e acertar o Corsa.
Gentileza: Meu pau levantar para você sentar.
Globalização: Uma princesa inglesa e seu namorado egípcio, viajavam em um carro alemão dirigido por um motorista dinamarquês que encheu a cara de whisky escocês, sendo perseguidos em alta velocidade por fotógrafos italianos pilotando motocicletas japonesas. O carro bate em um túnel francês e a princesa é atendida por um médico brasileiro. Ela morre e seu corpo é levado para a Inglaterra em um avião americano.
Ingratidão: O adolescente entregar para o pai um vidrinho cheio de esperma e dizer-lhe: “Toma, não te devo mais nada! “.
Inocência: A menininha de 12 anos espremer os peitinhos achando que é espinha.
Inteligência: Comer sopa de letrinhas e cagar em ordem alfabética.
Lerdeza 1: Apostar corrida sozinho e pegar segundo lugar.
Lerdeza 2: Assistir corrida de lesma em câmara lenta.
Magreza 1: Usar Band-Aid ao invés de Modess.
Magreza 2: Se deitar numa agulha e se cobrir com a linha.
Maldade: Colocar tachinhas na Cadeira Elétrica.
Masoquismo: Escorregar nú num tobogã de gilete, cair uma piscina de álcool, tomar uma ducha de sal e se enxugar com Bom-Bril.
Naniquice: Sentar no chão e balançar as pernas.
Nojeira: Chupar o nariz de um mendigo morto até esvaziar sua cabeça.
Nulidade: Ser reserva de gandula.
Paciência 1: Limpar o cu do elefante com confetes!
Paciência 2: Vomitar de canudinho!
Pão-durismo: Atravessar um rio a nado, com um sorrisal em cada mão e chegar do outro lado sem que eles derretam.
Pontaria: Comer uma mulher grávida e acertar o cu da criança.
Azar: A criança ser você.
Precaução 1: Bicha tomar pílula.
Precaução 2: Ouvir um disco do Cazuza com agulha descartável.
Preguiça: Casar com uma mulher grávida de outro.
Rapidez 1: Fechar a gaveta e jogar a chave dentro
Rapidez 2: Cagar da janela do 14º. Andar de um edifício, descer correndo pelas escadas e ao chegar na calçada olhar para cima e ver o cu piscando.
Rapidez 3: Correr em volta de uma sala e conseguir tocar as próprias costas.
Rebeldia: Morar sozinho e fugir de casa.
Respeito: Comer uma viúva com camisinha preta.
Sacanagem: Um mudo está na privada cagando e um cego chegar para mijar.
Sede: Tomar um ônibus.
Traição: Suicidar-se com uma facada nas costas.
Vaidade: Engolir um batom para passar na boca do estômago.
Vadiagem: A morte bater à porta e o sujeito não estar em casa.
Vegetarianismo: Levar a loira para o mato e comer o mato.
Visão: Derrubar 10 faixas pretas com um golpe de vista.
Vôlei: Você dar uma Manchete e acertar na Globo.
Falta do que fazer: Entrar na Internet e ficar lendo essas baboseiras.
Idiotice: Achar graça do que leu.
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Cotoco
Parte I
Cotoco era um menino muito, muito, mas muito triste, pois não tinha os dois braços e as duas pernas . . . .
Os amigos sempre tentavam levá-lo pra passear e se divertir.
Um dia o pessoal resolveu ir à praia.
- Já sei! Vamos levar o Cotoco – disse alguém. . . .
- É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar com a gente.
- Não, de jeito nenhum! Vocês não vão se divertir se me levarem. . .
- O que é isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.
De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir, e chegando lá
os amigos o colocaram bem na beirada da água, no rasinho e lá ele
ficou se divertindo.
Mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá . . . .
De repente a maré começou a subir, subir e enquanto as
ondas iam e vinham ele ia afundando, afundando. Cotoco então começou a se desesperar. . . .
- Socorro! Socorro! – Gritava o Cotoco.
Foi aí que um cara que já tinha tomado todas o avistou
de longe e correu para o resgate. Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos
braços e começou a nadar vigorosamente.
E o Cotoco pensou:
- Ufa! Agora estou salvo. . .
Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando
finalmente o “pé de cana” estava com água na altura do peito lançou Cotoco
violentamente para o fundo da água e gritou:
- Vai, tartaruguinha. . . . . Vai . . . .
Parte Ii
Glória de Cotoco
Cotoco como todos sabem, era um sujeito como qualquer outro, se não fosse por quatro detalhes: Cotoco não tinha os braços nem as pernas.
Depois do quase fatídico e tragíco acontecimento na
praia, no qual um banhista bêbado pensou que ele fosse uma pobre
tartaruguinha e o lançou bem longe em alto mar . . . .
Mas foi então que aconteceu um milagre: Cotoco começou a nadar com as orelhas!
Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador
profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Ratinho, ganhou
destaque no Show do Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.
Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará- lo e outra, especialmente treinada, joga Cotoco na piscina, mas
para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina,
obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.
Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma à sua volta, Cotoco vai
recuperando o fôlego.
Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:
-Quem foi. . . O filho da puta que me colocou essa porra dessa touca?
Parte Iii
Aventuras no circo
Depois da quase trágica aventura no mar e da sua curta
carreira como nadador, o coitado do pobre Cotoco resolveu fazer um
programa que “Aparentemente” não o colocaria em perigo.
Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo . . . . .
Decorria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e
foi para cima do público.
As pessoas começaram a correr de um lado para o outro, e os amigos do
pobre Cotoco, é claro, deram no pé . . . .
Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali.
Alguns, ao verem o pobre deficiente, gritavam para que alguém o acudisse:
- Olha o aleijado! Olha o aleijado!
E Cotoco debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.
- Olha o aleijado! Olha o aleijado!
E Cotoco, sem aguentar gritou:
-Vão Todos Se Fuder, Seus Filhos Da Puta!
Deixem O Leão Escolher Sozinho!
Parte Iv
Cotoco um certo dia lendo o jornal viu um anúncio:
-Sou viuva, muito rica, quero me casar e meu marido será o herdeiro de tudo que tenho.
Cotoco ficou louco, querendo uma namorada e achando que ia se dar bem na vida, assim continuo lendo o anúncio.
-Mas para ser meu pretendente precisa estar dentro de 3 restrições:
- Não pode me bater.
- Não pode fugir de mim.
-Tem que ser bom de cama.
Cotoco recortou o anúncio do jornal e foi “”correndo”" para casa da viuva. Chegando lá toca a campainha e a viuva abre a porta olhando para baixo ve o cotoco todo sorridente e não entende nada, logo ela pergunta:
-Quem é você?
-Seus dias de solidão acabaram. (Diz o sorridente Cotoco)
A viuva da um sorriso de ironia e responde:
-Você é louco como você sabe disso?
-Eu sou seu novo amor, você nunca mais será uma mulher solitária, te darei todo o amor do mundo! A viuva da mais uma gargalhada e pergunta:
-Muitos passaram por aqui e não deram certo, você sabe das três exigência que eu fiz?
Cotoco rapidamente responde:
- É claro que sim!
A viuva imediatamente continua a conversa e diz:
-Então me prove que você está dentro das minhas três exigências.
Cotoco explica:
-A primeira exigência é que não posso te bater. Assim como ve eu não tenho braços.
-Sim, sim. (Diz a viuva, sem paciência).
-A segunda exigência é que não posso fugir de você. Eu não tenho pernas então não posso fazer isso.
A viuva com uma enorme gargalhada pergunta:
-Hahahahahahahaahahahahahaahahaha . . . . . . . . . . . . E como vc pode me provar que é bom de cama?
Cotoco com umas das sobrancelhas levantadas, com um ar de galã, se achando o tal, responde:
-Como é que você acha que eu toquei a campainha?
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O Problema do Pau
O Tribunal de Justiça recebeu o seguinte requerimento:
Esmeraldas, 5 de março de 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o
sobrenome Pau de meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado
embaraçada em várias situações.
Desde já antecipo agradecimento e peço deferimento.
Maria José Pau.
Em resposta, o Tribunal lhe enviou a seguinte mensagem padrão:
Cara Senhora Pau,
Sobre sua solicitação de remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer
que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo
é complicado.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a retirada é mais
fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do
marido se não quiser.
Se o Pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos
referimos é de família e vem sendo usado por várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria
diferente do resto da família.
Cortar o Pau de seu pai pode ser algo que vá chateá-lo.
Outro problema, porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes
próprios, e poderá ficar esquisito caso não haja nada para colocar
no lugar do Pau.
Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido com o casamento, as demais
pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau
de seu marido.
Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes.
Se a senhora colocar o Pau atrás da Maria e na frente do José, o Pau
pode ser escondido, porque a senhora poderia assinar o seu nome como
Maria P. José.
Nossa opinião é a de que esse preconceito contra este nome já acabou
há muito tempo e que, já que a senhora já usou o Pau do seu marido
por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pinto, sempre o usei e muito poucas vezes o Pinto me
causou embaraços.
Atenciosamente,
Desembargador H. Romeu Pinto C. Bento
- Tribunal de Justiça – Brasília/Df
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