Publicado por: Fui escravo branco | dezembro 3, 2009

tu é mal arrebenta

Publicado por: Fui escravo branco | dezembro 1, 2009

michael jackson

Publicado por: Fui escravo branco | dezembro 1, 2009

Publicado por: Fui escravo branco | dezembro 1, 2009

GALERA!!!EUS DESEJO UM FELIZ NATAL.(ADIANTADO CASO EU MORRA ANTES DO DIA)

gente.aproveitem o natal(principalmente a ceia)por que é tempo de paz(mas nao deixa nego monta em ti não)felicidade(por isso nao chute sua namo)harmonia.ganhe presentes e de para os outros.(cupom de desconto no barbeiro).e espere o bom velinho!!!
fui escravo branco deseja(so pra nao dizer que sou insenssivel)FELIZ NATAL.

ESPERE O BOM VELINHO.

Publicado por: Fui escravo branco | novembro 30, 2009

a sogra e seus cunhados

Certo dia a sogra resolveu fazer um teste com seus três genros para ver se eles realmente gostavam dela.

Ela chamou o primeiro para fazer um passeio de barco, fingi que cai no rio e o genro rapidamente pula na água e a salvou.

Quando ele chega em casa, abre a garagem e encontra uma Bmw novinha, com um bilhete em cima: “Da sua sogra que te adora! ”

No outro dia foi a vez do segundo. Eles foram para o mesmo passeio de barco, a sogra fingi que cai no rio e o genro rapidamente a salva.

Quando ele chega em casa, abre a garagem e, novamente, uma Bmw novinha, com um bilhete em cima: “Da sua sogra que te adora! ”

No outro dia foi a vez do terceiro genro. O mesmo passeio acontece, a sogra ingi que cai no rio mas o genro não a salva e ela morre.

No dia seguinte, ao chegar em casa, ele abre a garagem e encontra uma Ferrari, com um bilhete em cima: “Do seu sogro que te adora! ”

Publicado por: Fui escravo branco | novembro 29, 2009

Andando Por Ai. . .
Uma mulher estava andando quando um homem a parou e disse:

-A senhora viu algum policial por ai?

-Não. . .

-Então passa a bolsa que isso é um assalto!

Publicado por: Fui escravo branco | novembro 29, 2009

Vamos Corrigir Velhos Ditados
Vamos corrigir velhos ditados.

É dando. . . . . . . . . . . . . Que se engravida.

Quem ri por último. . . É retardado.

Alegria de pobre. . . . . . . É impossível.

Quem com ferro fere. . . . Não sabe como dói.

Sol e chuva. . . . . . . . . . . Vou sair de guarda-chuva.

Em casa de ferreiro. . . . . Só tem ferro.

Devo, não pago. . . . . . . . . . Nego enquanto puder.

Quem tem boca vai. . . . . . Ao dentista.

Gato escaldado . . . . . . . . . Morre.

Quem espera. . . . . . . . . . . . Sempre cansa.

Quando um não quer. . . . . . . O outro insiste.

Os últimos. . . . . . . . . . . . . . . . Serão desclassificados.

Carro a álcool. . . . . . . . . . . Você ainda vai empurrar um.

Há males. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Que vem para pior.

Publicado por: Fui escravo branco | novembro 29, 2009

Cumulos
Arrepio: Ver um banguela mordendo gilete.

Arrependimento: O carrasco sentir um nó na garganta depois de enforcar alguém.

Aventura: Fazer sexo oral com uma canibal.

Barulho: Duas caveiras transando em cima de um teto de zinco.

Basquete: Jogar a bola na cesta e ela cair no sábado.

Burrice 1: Ser reprovado no exame de fezes.

Burrice 2: Abrir a caneta para ver de onde sai as letras.

Censura: Proibir a mulher de abrir as pernas na hora do parto.

Chuva: Cumulus Nimbus.

Ciúmes: Brigar com a mulher porque só um dos gêmeos se parece com o pai.

Coincidência: No cinema, extrair meleca do nariz, fazer uma bolinha e, ao grudá-la debaixo do assento, encontrar outra.

Confiança: Jogar palitinho pelo telefone.

Concisão: Numa redação sobre um jogo de futebol, escrever: “Partida adiada devido ao mau tempo”.

Decepção: Na final de uma Copa do Mundo, perder para a França por 3 a 0.

Desconfiança: Fazer compras e não poder pagar nem em dinheiro.

Desespero: Fugir de um incêndio, com uma faca na mão e prender o pau na porta!

Desperdício 1: Uma Kombi com dois politicos cair num abismo. (Numa Kombi cabem doze! )

Desperdício 2: Comprar um chapéu para quem vive perdendo a cabeça.

Dificuldade: Tirar meleca do nariz com luvas de box.

Distração: Na lua-de-mel, levantar da cama, deixar 10 dólares na mesinha de cabeceira e ir embora.

Economia 1: Tirar cêra do ouvido e passar no chão.

Economia 2: Usar papel higiênico dos dois lados.

Educação: O viado sendo enrabado de quatro na cama, falar para o seu amante: “Desculpe-me por lhe dar as costas”.

Egoísmo: Não vou contar para ninguém.

Ejaculação Precoce: O cara já está vestindo o pijama e a mulher ainda está tirando a camisola.

Elasticidade: Colocar um pé em cima do Pão de Açúcar, o outro no Morro do Corcovado e lavar o saco na Baía da Guanabara.

Engano: Uma minhoca entrar numa macarronada pensando que é uma suruba.

Esperança: Travesti tomar groselha na esperança de ficar menstruado.

Esquecimento: Ih! Esqueci!

Exagero: Passar manteiga no Pão de Açúcar.

Feiúra: Olhar-se no espelho e ter sete anos de azar.

Força: Dobrar uma esquina.

Frigidez: Você perguntar para a sua amante: “Você gostou? ” E ela responder: “De quê? ”

Futebol: Chutar a bola no Gol e acertar o Corsa.

Gentileza: Meu pau levantar para você sentar.

Globalização: Uma princesa inglesa e seu namorado egípcio, viajavam em um carro alemão dirigido por um motorista dinamarquês que encheu a cara de whisky escocês, sendo perseguidos em alta velocidade por fotógrafos italianos pilotando motocicletas japonesas. O carro bate em um túnel francês e a princesa é atendida por um médico brasileiro. Ela morre e seu corpo é levado para a Inglaterra em um avião americano.

Ingratidão: O adolescente entregar para o pai um vidrinho cheio de esperma e dizer-lhe: “Toma, não te devo mais nada! “.

Inocência: A menininha de 12 anos espremer os peitinhos achando que é espinha.

Inteligência: Comer sopa de letrinhas e cagar em ordem alfabética.

Lerdeza 1: Apostar corrida sozinho e pegar segundo lugar.

Lerdeza 2: Assistir corrida de lesma em câmara lenta.

Magreza 1: Usar Band-Aid ao invés de Modess.

Magreza 2: Se deitar numa agulha e se cobrir com a linha.

Maldade: Colocar tachinhas na Cadeira Elétrica.

Masoquismo: Escorregar nú num tobogã de gilete, cair uma piscina de álcool, tomar uma ducha de sal e se enxugar com Bom-Bril.

Naniquice: Sentar no chão e balançar as pernas.

Nojeira: Chupar o nariz de um mendigo morto até esvaziar sua cabeça.

Nulidade: Ser reserva de gandula.

Paciência 1: Limpar o cu do elefante com confetes!

Paciência 2: Vomitar de canudinho!

Pão-durismo: Atravessar um rio a nado, com um sorrisal em cada mão e chegar do outro lado sem que eles derretam.

Pontaria: Comer uma mulher grávida e acertar o cu da criança.

Azar: A criança ser você.

Precaução 1: Bicha tomar pílula.

Precaução 2: Ouvir um disco do Cazuza com agulha descartável.

Preguiça: Casar com uma mulher grávida de outro.

Rapidez 1: Fechar a gaveta e jogar a chave dentro

Rapidez 2: Cagar da janela do 14º. Andar de um edifício, descer correndo pelas escadas e ao chegar na calçada olhar para cima e ver o cu piscando.

Rapidez 3: Correr em volta de uma sala e conseguir tocar as próprias costas.

Rebeldia: Morar sozinho e fugir de casa.

Respeito: Comer uma viúva com camisinha preta.

Sacanagem: Um mudo está na privada cagando e um cego chegar para mijar.

Sede: Tomar um ônibus.

Traição: Suicidar-se com uma facada nas costas.

Vaidade: Engolir um batom para passar na boca do estômago.

Vadiagem: A morte bater à porta e o sujeito não estar em casa.

Vegetarianismo: Levar a loira para o mato e comer o mato.

Visão: Derrubar 10 faixas pretas com um golpe de vista.

Vôlei: Você dar uma Manchete e acertar na Globo.

Falta do que fazer: Entrar na Internet e ficar lendo essas baboseiras.

Idiotice: Achar graça do que leu.

Publicado por: Fui escravo branco | novembro 29, 2009

Cotoco
Parte I

Cotoco era um menino muito, muito, mas muito triste, pois não tinha os dois braços e as duas pernas . . . .

Os amigos sempre tentavam levá-lo pra passear e se divertir.

Um dia o pessoal resolveu ir à praia.

– Já sei! Vamos levar o Cotoco – disse alguém. . . .

– É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar com a gente.

– Não, de jeito nenhum! Vocês não vão se divertir se me levarem. . .

– O que é isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.

De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir, e chegando lá

os amigos o colocaram bem na beirada da água, no rasinho e lá ele

ficou se divertindo.

Mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá . . . .

De repente a maré começou a subir, subir e enquanto as

ondas iam e vinham ele ia afundando, afundando. Cotoco então começou a se desesperar. . . .

– Socorro! Socorro! – Gritava o Cotoco.

Foi aí que um cara que já tinha tomado todas o avistou

de longe e correu para o resgate. Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos

braços e começou a nadar vigorosamente.

E o Cotoco pensou:

– Ufa! Agora estou salvo. . .

Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando

finalmente o “pé de cana” estava com água na altura do peito lançou Cotoco

violentamente para o fundo da água e gritou:

– Vai, tartaruguinha. . . . . Vai . . . .

Parte Ii

Glória de Cotoco

Cotoco como todos sabem, era um sujeito como qualquer outro, se não fosse por quatro detalhes: Cotoco não tinha os braços nem as pernas.

Depois do quase fatídico e tragíco acontecimento na

praia, no qual um banhista bêbado pensou que ele fosse uma pobre

tartaruguinha e o lançou bem longe em alto mar . . . .

Mas foi então que aconteceu um milagre: Cotoco começou a nadar com as orelhas!

Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador

profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Ratinho, ganhou

destaque no Show do Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.

Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará- lo e outra, especialmente treinada, joga Cotoco na piscina, mas

para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina,

obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.

Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma à sua volta, Cotoco vai

recuperando o fôlego.

Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:

-Quem foi. . . O filho da puta que me colocou essa porra dessa touca?

Parte Iii

Aventuras no circo

Depois da quase trágica aventura no mar e da sua curta

carreira como nadador, o coitado do pobre Cotoco resolveu fazer um

programa que “Aparentemente” não o colocaria em perigo.

Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo . . . . .

Decorria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e

foi para cima do público.

As pessoas começaram a correr de um lado para o outro, e os amigos do

pobre Cotoco, é claro, deram no pé . . . .

Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali.

Alguns, ao verem o pobre deficiente, gritavam para que alguém o acudisse:

– Olha o aleijado! Olha o aleijado!

E Cotoco debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.

– Olha o aleijado! Olha o aleijado!

E Cotoco, sem aguentar gritou:

-Vão Todos Se Fuder, Seus Filhos Da Puta!

Deixem O Leão Escolher Sozinho!

Parte Iv

Cotoco um certo dia lendo o jornal viu um anúncio:

-Sou viuva, muito rica, quero me casar e meu marido será o herdeiro de tudo que tenho.

Cotoco ficou louco, querendo uma namorada e achando que ia se dar bem na vida, assim continuo lendo o anúncio.

-Mas para ser meu pretendente precisa estar dentro de 3 restrições:

– Não pode me bater.

– Não pode fugir de mim.

-Tem que ser bom de cama.

Cotoco recortou o anúncio do jornal e foi “”correndo”” para casa da viuva. Chegando lá toca a campainha e a viuva abre a porta olhando para baixo ve o cotoco todo sorridente e não entende nada, logo ela pergunta:

-Quem é você?

-Seus dias de solidão acabaram. (Diz o sorridente Cotoco)

A viuva da um sorriso de ironia e responde:

-Você é louco como você sabe disso?

-Eu sou seu novo amor, você nunca mais será uma mulher solitária, te darei todo o amor do mundo! A viuva da mais uma gargalhada e pergunta:

-Muitos passaram por aqui e não deram certo, você sabe das três exigência que eu fiz?

Cotoco rapidamente responde:

– É claro que sim!

A viuva imediatamente continua a conversa e diz:

-Então me prove que você está dentro das minhas três exigências.

Cotoco explica:

-A primeira exigência é que não posso te bater. Assim como ve eu não tenho braços.

-Sim, sim. (Diz a viuva, sem paciência).

-A segunda exigência é que não posso fugir de você. Eu não tenho pernas então não posso fazer isso.

A viuva com uma enorme gargalhada pergunta:

-Hahahahahahahaahahahahahaahahaha . . . . . . . . . . . . E como vc pode me provar que é bom de cama?

Cotoco com umas das sobrancelhas levantadas, com um ar de galã, se achando o tal, responde:

-Como é que você acha que eu toquei a campainha?

Publicado por: Fui escravo branco | novembro 29, 2009

O Problema do Pau
O Tribunal de Justiça recebeu o seguinte requerimento:

Esmeraldas, 5 de março de 2006.

Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o

sobrenome Pau de meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado

embaraçada em várias situações.

Desde já antecipo agradecimento e peço deferimento.

Maria José Pau.

Em resposta, o Tribunal lhe enviou a seguinte mensagem padrão:

Cara Senhora Pau,

Sobre sua solicitação de remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer

que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo

é complicado.

Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a retirada é mais

fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do

marido se não quiser.

Se o Pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos

referimos é de família e vem sendo usado por várias gerações.

Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria

diferente do resto da família.

Cortar o Pau de seu pai pode ser algo que vá chateá-lo.

Outro problema, porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes

próprios, e poderá ficar esquisito caso não haja nada para colocar

no lugar do Pau.

Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido com o casamento, as demais

pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau

de seu marido.

Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes.

Se a senhora colocar o Pau atrás da Maria e na frente do José, o Pau

pode ser escondido, porque a senhora poderia assinar o seu nome como

Maria P. José.

Nossa opinião é a de que esse preconceito contra este nome já acabou

há muito tempo e que, já que a senhora já usou o Pau do seu marido

por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.

Eu mesmo possuo Pinto, sempre o usei e muito poucas vezes o Pinto me

causou embaraços.

Atenciosamente,

Desembargador H. Romeu Pinto C. Bento

– Tribunal de Justiça – Brasília/Df

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